domingo, 11 de outubro de 2009

Poema de pausa

São quatro horas,
quatro dias
e quatro vezes
que me sento
para espantar
o devaneio
deste poema
e o cérebro,
essa metralhadora
contínua não rói
o osso por inteiro.

2 comentários:

Moacy Cirne disse...

Você e o Balaio.
Hoje.
Um abraço.

Confraria disse...

Flávio, este é muito foda, adorei este poema. Cara, só sei dizer apenas esta expressão pela sensação incrivel que me causou muito bom. - Anderson Fonseca (Escritos do Exilio).
Abraços.